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França pode banir de vez propaganda de fast food

  • Foto do escritor: VHHAUS.COM
    VHHAUS.COM
  • 6 de ago.
  • 2 min de leitura

Atualizado: 8 de ago.

Um projeto de lei aprovado pelo Senado francês em junho de 2025 visa coibir a superprodução e o consumo exagerado, focando especialmente em gigantes do "ultra fast fashion" como Shein e Temu


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A França, berço de algumas das mais icônicas casas de moda do mundo, está prestes a liderar um movimento global contra a indústria de fast fashion. Com um projeto de lei aprovado no Senado em junho, o país se prepara para se tornar o primeiro a proibir a publicidade de marcas que promovem o consumo excessivo e a produção em massa.


Essa medida radical é uma resposta direta aos impactos ambientais e sociais da indústria. O projeto de lei, que deve ser ratificado e entrar em vigor em 2026, visa combater a poluição, a exploração de mão de obra e o desperdício gerados por marcas de "ultra fast fashion", como a Shein e a Temu.

Embora o projeto de lei tenha sido aprovado pelo parlamento, ele ainda precisa passar por alguns estágios para se tornar lei. O texto final precisa ser acordado entre os deputados e senadores, e o projeto também será notificado à Comissão Europeia para garantir que ele esteja em conformidade com as diretrizes da União Europeia. O cronograma previsto é para que a lei entre em vigor em janeiro de 2026.

A legislação, que já está sendo chamada de "Lei Anti-Fast Fashion", estabelece uma série de medidas importantes:


  • Proibição de Publicidade: A partir de 2026, a lei proibirá a publicidade direta e indireta para marcas de fast fashion. Isso inclui anúncios em mídias tradicionais (TV, rádio) e também em plataformas digitais, com o objetivo de vetar parcerias com influenciadores que promovam esses produtos.

  • Multas e Impostos: O projeto de lei prevê a imposição de multas progressivas para empresas que não cumprirem os critérios ambientais. A penalidade pode chegar a 10 euros por peça de roupa até 2030, ou até 50% do valor do item, com o objetivo de tornar esses produtos menos atrativos para o consumidor.

  • Transparência: As empresas de fast fashion serão obrigadas a exibir mensagens claras em seus sites, alertando os consumidores sobre o impacto ambiental de seus produtos e incentivando o consumo consciente.


Essa iniciativa francesa marca um passo significativo na regulamentação da indústria da moda, com o objetivo de proteger o meio ambiente, a indústria têxtil local e a saúde social. A expectativa é que a medida possa influenciar outros países e até mesmo a União Europeia a adotar legislações semelhantes no futuro.

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